Câncer: quanto mais cedo é o diagnóstico, menores são os riscos
Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), houve uma ocorrência de, em média, 600 mil casos novos de câncer no Brasil entre 2016 e 2017. As campanhas amplamente divulgadas ao longo do ano visam colaborar na redução de uma das doenças mais letais da atualidade, reforçando a importância de hábitos saudáveis, do diagnóstico precoce e tratamento - fundamentais para o controle do tumor.
Um terço das mortes por câncer está justamente relacionado a comportamentos como fumar, consumir bebidas alcoólicas, não praticar atividades físicas e se alimentar inadequadamente. São os chamados “fatores de risco” e podem ser evitados com mudanças simples no estilo de vida.
Sair do sedentarismo, por exemplo, além de ajudar na manutenção do peso, diminuindo o risco de desenvolver doenças crônicas, também melhora a disposição e a autoestima. Apenas 30 minutinhos de exercícios já faz toda a diferença.
O tabaco é também um dos vilões da prevenção ao câncer, pois está associado a dezenas de tipos de tumores, como pulmão, estômago, bexiga e colo do útero. Cada cigarro contém mais de 4.700 substâncias tóxicas e cancerígenas, tais como acetona, formol e naftalina. Parar de fumar requer planejamento e disciplina, mas os benefícios à saúde e ao bem-estar já podem ser sentidos nas primeiras horas.
O consumo de álcool é outro grande vilão e está associado a mais de 200 doenças como as cardiovasculares, mentais e hepáticas. O álcool também aumenta o risco de câncer de boca, esôfago, fígado e mama, principalmente se combinado com o tabagismo. Por isso, o ideal é parar ou, pelo menos, reduzir drasticamente o consumo para quantidades mais saudáveis.
Fonte:Medical Site
08 de Fevereiro de 2019
