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Convivendo com o pós-tratamento de câncer

A vida pós-tratamento

Em alguns casos, o paciente de câncer sobrevive à doença e, especialmente, aos tratamentos. Mas além de uma nova vida, com novas escolhas, há também o medo de uma recidiva ou metástase. Sem falar naqueles que nem conseguem remover o tumor e precisam se submeter aos tratamentos pela vida inteira para controlar a doença. 

Em ambos os casos, o acompanhamento médico é muito necessário. Nestas consultas o profissional vai examinar, conversar com o paciente sobre os sintomas e, baseado no relato, poderá pedir alguns exames de laboratório ou de imagem para acompanhamento da doença. 

As visitas ao médico são um ótimo momento para tirar dúvida sobre quaisquer alterações que o paciente perceba no próprio corpo – inclusive efeitos colaterais do tratamento que aparecem mesmo depois de terminado o processo em alguns casos. Essas alterações também podem ser sinais de uma nova doença ou de um segundo tumor. Portanto, os primeiros anos pós-câncer merecem bastante atenção.

Exames de acompanhamento 

Nos primeiros 2 anos depois dos tratamentos, os médicos pedem exames regulares de tomografia computadorizada a cada 6 ou 12 meses, além de visitas anuais, especialmente em pacientes com maior risco de recidiva. 

Prevenção contra recidiva

Permanecer tão saudável quanto possível é mais importante do que nunca. Ou seja, parar de fumar e manter uma alimentação saudável pode ajudar a reduzir o risco da recidiva e a proteger de outros problemas de saúde.

Depois de um diagnóstico de câncer, as pessoas passam a ver a vida sob outra perspectiva. A preocupação com a saúde é maior, a alimentação é melhor, a vida se torna menos sedentária, com menor consumo de álcool e cigarro, menos estresse com pequenas coisas também. O momento pede que se reavalie a vida e faça mudanças. Sempre discutindo cada passo com o médico para não cometer deslizes. 

E se o câncer voltar? Então as opções de tratamento dependerão da localização da recidiva, de quais tratamentos já foram realizados e do estado de saúde geral do paciente. Se for este o caso ou menos antes, um suporte emocional é extremamente importante. Deve-se buscar este apoio seja nos familiares, nos amigos ou especialmente em um profissional capacitado para isso. é importante que o paciente não se sinta sozinho e acredite que, de fato, não está. 

Fonte:Medical Site